agosto 22, 2006

Stress de guerra gera apelo

O depoimento chegou-nos em forma de comentário a uma das entradas mas tem força suficiente para que o coloquemos em destaque.
José Manuel da Silva Fernandes é um ex-combatente da Guerra Colonial e começa por nos dizer: - “Não tenho força anímica, para poder falar do que passei em Angola. Só sei que necessito de ajuda. Não tenho forças para trabalhar. Sinto-me olhado pelos colegas como se eu fosse um bicho. Só me apetece estar longe de tudo. Sinto-me acabado. Não sei o que devo fazer. A família olha para mim e sofre comigo, embora eu tente fugir, para eles não me verem neste estado. Só me apetece chorar e fugir, não sei para onde.
Se alguém me poder ajudar, me informe o que devo fazer. O médico diz que sofro de stress de guerra”.
O José Manuel da Silva Fernandes pode ser contactado pelo mail: jmsf_bhora@hotmail.com

Publicado por Jorge Santos - Op.Cripto em agosto 22, 2006 11:29 PM
Comentários

O José Manuel pode derigir-se a Apoiar onde em principio será ajudado.
Contacto:

ASSOCIAÇÃO DE APOIO AOS EX-COMBATENTES VÍTIMAS DO STRESS DE GUERRA
Rua C, Lote 10, Loja 1.10 - Piso 1
Bairro da Liberdade - 1070-023 Lisboa
Telefones: 213 870 174 / 213 808 000
apoiar@mail.telepac.pt


Afixado por: Henriques em agosto 25, 2006 12:32 PM

E o sonho constante, que ainda lá estamos,protestando que ainda lá estamos,já fizemos tempo demais,pois já todos já regressaram há muito, muito tempo. E esse alguém para quem desesperadamente falamos, olha-nos envolto numa espécie de aura escura, como fundo, e não nos responde.E, quando acordamos, estamos a chorar.Dizem que o sonho é a única coisa que não nos podem roubar.É mentira.E, se o sonho comanda a vida, isto não é viver.Roubem-mo, por favor.

Afixado por: Antonio lima em setembro 1, 2006 03:11 AM

E o sonho constante, que ainda lá estamos,protestando que ainda lá estamos,já fizemos tempo demais,pois já todos já regressaram há muito, muito tempo. E esse alguém para quem desesperadamente falamos, olha-nos envolto numa espécie de aura escura, como fundo, e não nos responde.E, quando acordamos, estamos a chorar.Dizem que o sonho é a única coisa que não nos podem roubar.É mentira.E, se o sonho comanda a vida, isto não é viver.Roubem-mo, por favor.

Afixado por: Antonio lima em setembro 1, 2006 03:13 AM

E o sonho constante, que ainda lá estamos,protestando que ainda lá estamos,já fizemos tempo demais,pois já todos já regressaram há muito, muito tempo. E esse alguém para quem desesperadamente falamos, olha-nos envolto numa espécie de aura escura, como fundo, e não nos responde.E, quando acordamos, estamos a chorar.Dizem que o sonho é a única coisa que não nos podem roubar.É mentira.E, se o sonho comanda a vida, isto não é viver.Roubem-mo, por favor.

Afixado por: Antonio lima em setembro 1, 2006 03:13 AM

São três horas e pouco da manhã. Tenho sono, mas tenho medo de sonhar.Não quero.DE resto, não tenho medo de nada.Excepto, por vezes,de estar vivo.Pois,as malditas drogas tranquilizantes, estão aqui, mesmo à mão, eu sei...
E depois sabes como é o dia seguinte?
É mais uma madrugada que se avizinha,em estranha forma de vegetar, tão tua, tão nossa, tão minha...

Afixado por: Antonio lima em setembro 1, 2006 03:41 AM

E o sonho constante, que ainda lá estamos,protestando que ainda lá estamos,já fizemos tempo demais,pois já todos já regressaram há muito, muito tempo. E esse alguém para quem desesperadamente falamos, olha-nos envolto numa espécie de aura escura, como fundo, e não nos responde.E, quando acordamos, estamos a chorar.Dizem que o sonho é a única coisa que não nos podem roubar.É mentira.E, se o sonho comanda a vida, isto não é viver.Roubem-mo, por favor.

Afixado por: Antonio lima em setembro 1, 2006 03:49 AM
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