"Não abramos caixa que nunca conseguimos fechar"
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A direcção da Liga dos Combatentes (LC), que tem a missão de cuidar de corpos e sepulturas de militares, está preocupada com as consequências da operação de resgate dos três pára-quedistas que ficaram enterrados na Guiné.
"Não abramos uma caixa que nunca mais conseguimos fechar", adverte o vice-presidente da LC, Lopes Camilo, tendo em conta que permanecem enterrados nas antigas colónias, pelo menos, 1.250 militares portugueses (há mais 2.750 soldados do Exército português ali sepultados, mas haviam sido recrutados entre a população local), em quase 400 lugares.
Publicado por Jorge Santos - Op.Cripto em janeiro 22, 2007 03:47 PM | TrackBack