Vanda Cunha Lopes colocou aqui um comentário levantando uma questão deveras importante e pertinente.
A jovem, que tem hoje - como diz - 30 anos de idade, é filha de um ex-soldado (o posto parece irrelevante mas não o será, certamente) que esteve na Guerra Colonial, e manifesta "interesse em trocar impressões com pessoas que estejam no mesmo caso, no intuito de perceber o sofrimento de quem combateu em África e as consequências que isso continua a ter nos respectivos agregados familiares".
Sabe-se da disponibilidade de alguns organismos no apoio ao stress de guerra, mas o certo é que o problema, muitas vezes não reconhecido pelo próprio, afecta aqueles com quem convive diariamente.
Com o objectivo de tentar ajudar esta jovem, será bom que nos debrucemos sobre este assunto e aqui deixemos ideias e até propostas para - quem sabe - se conseguir levar por diante um eventual encontro onde técnicos possam dar o seu contributo para ajudar estes casos.