Transcrevemos a notícia publicada no «Correio da Manhã», de 25 de Julho (sexta-feira) página 21, onde se destaca que o “valor deixa de estar indexado à reforma e passa a ter em conta tempo e penosidade do serviço”.
“Os benefícios a pagar aos ex-combatentes vão ter um valor máximo de 150 euros, avançou o secretário de Estado da Defesa, João Mira Gomes, depois de o Governo aprovar, em Conselho de Ministros, uma proposta de revisão dos pagamentos aos veteranos de guerra do Ultramar.
“Mira Gomes adiantou que o pagamento deixará de estar indexado a valor da reforma para passar a ter três escalões em função do tempo de serviço: 'De 75 euros para quem tenha menos tempo, um de cem euros e outro de 150 euros, o máximo', referiu o secretário de Estado. Mas segundo ressalvou, a futura lei dará mais apoio a quem tem menores rendimentos. 'Um benefício dos sistemas de solidariedade social terá um complemento superior a 150 euros', acrescentou Mira Gomes.
“Além do critério de pagamento por tempo de serviço, haverá bonificações em função da penosidade e perigosidade inerentes às missões. 'O cálculo é feito pelos diferentes ramos militares em função do local em que o combatente prestou serviço, sendo maior para quem esteve na frente de batalha' afirmou o secretário de Estado.
“Com esta proposta, o universo de benefícios é alargado a ex-combatentes emigrantes e profissionais liberais”.
Publicado por Jorge Santos - Op.Cripto em julho 26, 2008 04:16 PM | TrackBackSão uns desgraçados, até esta migalha que estao a dar aos ex-combatentes querem tirar. Mas para as grandes patentes o dinheiro nunca falha e é cada vez mais...
Mas ainda pior são aqueles ex-combatentes que tendo sido submetidos a juntas médicas militares e tendo-lhe sido atribuida determinada percentagem de desvalorização (25,35,40 ou até 80%)h´+a mais de 2,3 e 5anos, ainda nada receberam. Perguntando aos serviços de saúde do exército respondem que não há médicos para avaliar o que as juntas já avaliaram!?... Mas o que é isto? Há fiscais para fiscais? E o ex-combatente vai morrer e nunca chega a receber o que está determibnado. Será que os senhores dos galões e das estrelas têm medo que o dinheiro não lhes chegue?...Nisto ninguém fala, nem a comunicação social...