janeiro 03, 2009

Kuando Kubango - INAC considera reduzidos os casos de violência contra criança em 2008

Menongue, 3.Janeiro - A Directora Provincial do Instituto Nacional da Criança no Kuando Kubango, Aida Rosalina Pedro, considerou reduzidos os casos de violência contra petizes em 2008, tendo se registado apenas seis casos de Janeiro a Dezembro.

De acordo com Aida Rosalina, dos seis casos apresentados na direcção, dois foram de protecção social, um de descaminho que foi encaminhado à procuradoria, um de abandono, um de reunificação e um de violência contra a criança.

Segundo disse, os seis foram dos apresentados na sua instituição, mas admitiu terem havido outros de que não avançou os números, visto que existe uma colaboração com o departamento provincial de investigação criminal “DIPC” e a procuradoria na resolução destes casos, acreditando que alguns foram resolvidos directamente a partir destes departamentos.

Aida Rosalina disse ainda que em termos gerais, o número de casos de violência contra a criança registados durante a época de 2008, indicam que o trabalho empreendido tem sido agradável, no entanto se um dos saiba quais são os direitos da criança, como réplica o “INAC”, tem constatado grande compreensão das pessoas, no que concerne os direitos da criança.

Aquela responsável afirmou ser positivo o balanço do seu órgão em 2008, tendo em vista as actividades desenvolvidas durante o ano, assim como reconheceu os resultados alcançados serem notórios, graças aos esforços que o sector tem aplicado.

Este facto testemunha o trabalho desencadeado, em prol dos direitos da defesa da criança em 2008, mas não excluiu a possibilidade de que há necessidades de se impor mais esforços, para que o que foi o programa a nível da província, no ano findo, venha conhecer mais êxitos em 2009.

Por outro lado, assegurou que para o próximo ano o Instituto Nacional da Criança, no Kuando Kubango, perspectiva a criação e expansão das redes e protecção e promoção dos direitos da criança, em toda parcela da província, um plano que não foi alcançado em 2008, devido alguns constrangimentos de vária ordem.

“A rede de protecção e promoção dos direitos da criança exige um trabalho conjunto e mais articulado em função da coordenação que surge deste dois elementos, porque agrupam todos os factores sociais e é neste âmbito que todas as dificuldades afectas ao sector podem ser ultrapassadas”, aclarou.

Finalmente disse que, a criança na qualidade de sujeito de direito, a instituição que dirige tem desenvolvido acções que permitem uma implementação dos seus direitos, atendendo todos os instrumentos jurídicos legais, nacionais e internacionais.

Notícia AngolaPress

Publicado por Jorge Santos - Op.Cripto em janeiro 3, 2009 12:32 AM | TrackBack
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