
Os ex-combatentes têm sido sucessivamente esquecidos pelos diferentes governos. A crítica fez-se ouvir no dia 10 de Junho, na cerimónia de homenagem aos homens que morreram na Guerra Colonial
Um encontro que decorreu em Lisboa, perto do monumento onde estão inscritos alguns dos nomes dos milhares de militares que morreram ao serviço de Portugal.
Presentes estiveram representantes dos 3 ramos das Forças Armadas e muitos ex-combatentes, que aproveitaram para reencontrar companheiros de guerra. Numa coisa todos concordam: os combatentes não são reconhecidos e o sentido da pátria já não é o que era.
Antes desta cerimónia houve tempo para uma celebração eucarística, nos Jerónimos, por intenção de todos os que morreram por Portugal. A Missa foi presidida por D. Joaquim Mendes, Bispo Auxiliar de Lisboa, que, na sua homilia afirmou que é preciso recuperar o sentido patriótico na sociedade. “Vivemos em tempos difíceis. Assistimos a uma crise global que tem origem no vazio de valores morais, de ética, de sentido de bem comum, de um verdadeiro sentido de cidadania”.
“Precisamos de recuperar o sentido patriótico, de comunidade nacional, de uma cidadania exemplarmente vivida, de dignificação da vida política, de um verdadeiro humanismo, ao serviço do bem comum” – sublinhou.
Notícia «Rádio Renascença»
Publicado por Jorge Santos - Op.Cripto em junho 11, 2009 11:57 PM | TrackBackEstamos todos de acordo que temos sido quase totalmente esquecidos por todos os governos. Mas gostaria que a Direcção Nacional dos Ex-Combatentes ou qualquer outra Direcção que nos represente, acabe de vez com a injustiça criada pelo Paulo Portas e que é a seguinte:
-Quem está reformado e está entre os 50 e 65 anos, mesmo os que têm uma boa reforma, recebem o dito cujo subsídio.
- Os desgraçados dos ex-combatentes que não estão reformados, principalmente os que estão desempregados e os que trabalham e cujo vencimento é pouco mais do que o ordenado mínimo, não recebem nada.
Eu pergunto: ACHAM QUE ISTO É JUSTIÇA?