Dundo, 3.Julho – O vice-governador da Lunda-Norte para área económica e social, Moisés Chingongo, afirmou na quarta-feira, no Dundo, que os 31 anos da existência da província não foram favoráveis para o desenvolvimento da região.
O governante teceu estas considerações durante a mesa redonda que abriu o programa das actividades em comemoração da divisão, a 4 de Julho de 1978, da Lunda Norte e Sul, realizada nos estúdios da Rádio local.
"Estes 31 anos não foram pacíficos, a trajectória para chegar até aqui não foi favorável, devido aos 27 anos de guerra e apenas sete de paz, pois atingiu-se a maior idade em condições especiais", sublinhou.
Disse que o passado ficou para atrás e agora é altura de congregar sinergias e mobilizar meios com vista a catapultar a província a níveis comparados a outras regiões do país.
Afirmou que governo da Lunda Norte projecta a construção de infra-estruturas educacionais, sanitárias, rodoviárias, habitacionais e industriais, bem como água, saneamento e energia eléctrica, considerando um projecto dinâmico e realista.
A paz e a estabilidade, disse, criaram expectativas no relançamento de um futuro melhor para as populações, tendo realçado que estas premissas garantem o cumprimento dos programas do governo, de curto, médio e longo prazos.
Apontou as dificuldades na aplicação dos projectos de âmbito social para este ano, decorrente da crise financeira mundial que fez com que alguns não arrancassem no período previsto.
Enalteceu os ganhos que a província obteve ao longo destes 31 anos, com maior referência a criação da Escola Superior Pedagógica da Lunda Norte, a Universidade Luegi, entre outros.
O debate radiofónico reuniu membros do governo da província.
Notícia AngolaPress
Publicado por Jorge Santos - Op.Cripto em julho 3, 2009 12:33 AM | TrackBack