“A maior fatia do Orçamento Geral do Estado para 2010 proposto, esta semana, pelo Governo destina-se à área social, que inclui a Saúde e a Educação, o que atesta a aposta na modernidade do país.
Por mais riquezas naturais que uma nação possua, sabe-se, nunca deixa de ser pobre se não tiver uma população saudável e com quadros preparados, aos mais variados níveis e nos diversos domínios, que a libertem da dependência externa.
Os exemplos neocolonialistas que proliferam por esse Mundo fora, incluindo de países potencialmente ricos, revelam bem que a independência é bem mais do que ter um hino e uma bandeira e que a verdadeira libertação nacional vai além desses símbolos sagrados.
Exemplos em sentido inverso, de nações sem grandes recursos naturais, que se impuseram no panorama internacional graças ao investimento em sectores de natureza social, também existem.
Angola, um país potencialmente rico, sem descurar esse factor que a ajuda a fazer o presente, nem a desprezar áreas, como a agricultura, as pescas, a habitação, tem vindo a construir o futuro, ciente que os alicerces, onde tem de o assentar, são a Educação e a Saúde.”
Por Luciano Rocha «Jornal de Angola»